Se você tem restaurante, lanchonete, pizzaria, açaiteria ou delivery, já fez essa conta de cabeça: o pedido entra pelo aplicativo, o cliente fica satisfeito, a cozinha rende, e no fim do mês o lucro parece menor do que o movimento sugeria.
Na maior parte dos casos, a diferença está em três lugares: a comissão por pedido, a taxa de entrega subsidiada e a dependência de um canal que não é seu. Este artigo faz a conta com números simulados que você pode trocar pelos seus e mostra uma alternativa: um canal próprio de pedidos, simples de operar e sem porcentagem sobre cada venda.
Marketplaces de delivery entregam uma coisa valiosa: visibilidade e uma base de clientes. Em troca, cobram uma porcentagem sobre cada pedido, e o percentual varia conforme o plano contratado, a região e as condições de entrega. Confira as taxas vigentes do seu contrato, porque é com elas que a conta precisa ser feita.
Para a simulação abaixo, use um cenário hipotético:
Não é um número definitivo, é um exercício. Troque os valores pelos do seu extrato e veja o resultado. O ponto é que uma porcentagem aparentemente pequena, aplicada sobre todo o volume, vira uma despesa fixa pesada, e ela cresce justamente quando o negócio cresce.
Quando o pedido nasce dentro de um aplicativo de terceiros, o relacionamento também fica lá. Você não tem o contato do cliente, não consegue avisar de uma promoção e não controla a vitrine em que seu concorrente aparece ao lado do seu prato.
Um canal próprio inverte isso. O pedido chega direto no WhatsApp do estabelecimento, que o dono já usa todos os dias. A conversa, o histórico e a recompra ficam com você.
É uma página própria do seu negócio, acessada por QR Code na mesa (para o salão) ou por link (para delivery e retirada), onde o cliente:
Não há aplicativo para baixar, nem cadastro obrigatório. O cliente abre o link, escolhe e finaliza. Para você, o pedido chega organizado, sem a troca de mensagens para entender o que foi pedido.
O formato se adapta a vários tipos de operação:
Se quiser ver como isso fica na prática, a seção Vitrine do site traz exemplos funcionais por tipo de negócio.
Voltando à simulação de R$ 20.000 mensais. Se parte desse volume migrasse para um canal próprio, a comissão sobre ele cairia a zero. Mesmo que apenas 30% dos pedidos passassem a vir pelo canal direto, nesse exemplo você deixaria de pagar cerca de R$ 900 por mês de comissão, pelas contas do cenário hipotético acima.
O custo do canal próprio é uma mensalidade fixa e previsível. No e-Cardápio BR, o plano Essencial custa R$ 39,90 por mês, sem taxa por pedido e sem taxa de implantação. Os planos com atendimento mais completo, em que a equipe cuida do cadastro e da atualização do cardápio, estão detalhados na página de planos.
O resultado prático: uma despesa que cresce com as vendas é trocada por uma despesa que não cresce.
A estratégia mais segura não é cancelar nada de um dia para o outro. É criar um segundo canal e conduzir o cliente até ele:
Nem toda solução serve para todo negócio. Antes de decidir, confira:
Um canal próprio de pedidos não substitui tudo o que um marketplace oferece, mas devolve algo que nenhum aplicativo entrega: margem e relacionamento. Para quem opera com margens apertadas, recuperar uma parte da comissão pode ser a diferença entre um mês no vermelho e um mês saudável.
O caminho é começar pequeno: um link, um QR Code, um cardápio bem feito e um WhatsApp bem atendido.
Acesse a Vitrine do e-Cardápio BR, escolha o modelo mais parecido com a sua operação e fale com a gente pelo WhatsApp. Montamos o cardápio do seu estabelecimento, com QR Code e link personalizados, para você começar a receber pedidos diretos sem pagar comissão.
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